Novo Mundo

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Mai 072006
 

Fui ver o novo filme de Terence Malick, o Novo Mundo, e recomenda-se vivamente tanto pelos belíssimos cenários como pela forma poética com que Terence conta a história da colonização das Américas pelo ponto de vista dos Ingleses que atingiram a costa da Virgínia em 1600 e troca o passo.

Pocahontas é irreconhecível a menos que se saiba um pouco da história. O seu nome apenas aparece na lista de créditos dos actores, conhecendo-se apenas durante o filme o seu nome ocidental, Rebecca, depois de expulsa da tribo e acolhida pelos Ingleses.

O realismo é atroz, especialmente na forma como os índios encaram os caras-pálidas: espanto, amizade desconfiada, e como o conflicto de culturas apenas foi ultrapassado na pequena escala de pequenas relações humanas, enquanto que as sociedades iniciam dessa forma o eventual declínio das orgulhosas tribos nativas.

O principal defeito que lhe coloco é talvez roçar o longo demais, mas sinceramente, pergunto-me se isso não teria sido antes por não ter tido tempo de tomar um café, e o cansaço me vencer…

  One Response to “Novo Mundo”

  1. [...] Fui ver o Missão Impossível III, desta vez dirigido por J.J. Abrams o criador de Alias e Lost, duas séries televisivas com alguma fama. Devo dizer que por muito más que as críticas possam ser, consegue ser significativamente melhor que os 2 filmes que se lhe antecederam, colocando-o ao nível da série. Provavelmente quem critica este filme também criticaria a série em retroespectiva, pois todos os defeitos do costume estão lá. Não digo que se evite, quem gosta de filmes de acção passa um bom bocado, mas se não for visto também não se perdeu nada. Se o mau feitio for muito grande, recomenda-se antes o Novo Mundo. [...]

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