George R.R. Martin é o autor da Song of Ice and Fire, e no seu blog anúncia que vai passar uns dias por Lisboa, nos quais destaca as seguintes sessões:
- 1 de Julho às 18:30 no El Corte Inglés: Autografia de livros, Leitura de um excerto de A Dance With Dragons, Perguntas e Respostas
- 2 de Julho às 19 na Fnac do Colombo: Workshop sobre escrita
- 5 de Julho na Biblioteca Municipal de Telheiras: Mesa redonda sobre ficção fantástica (sci-fi, fantasia, horror, etc…)
Excelentes oportunidades para os fãs desta série (como eu), a saber:
- A Game of Thrones
- A Clash of Kings
- A Storm of Swords
- A Fest for Crows
- A Dance With Dragons
- The Winds of Winter (ainda não publicado)
- A Dream of Spring (ainda não publicado)
- …
Uma característica da forma de contar esta saga de fantasia é que as secções, cenas ou actos como preferirem, são sempre contadas da primeira pessoa, mudando de personagem para personagem, levando-nos a desenvolver ódios que mais tarde nos vemos obrigados a rever (eh pá, tu és um cabrão, mas se eu tivesse passado o que tu passaste se calhar não era melhor, pronto até te entendo), e outros em que vemos personagens que pensavamos que seriam a principal e de repente morrem, etc.
Sobretudo a fantasia é fortemente controlada e reservada para mitos distantes, medos e receios, estando o conto fortemente focado em intriga palacial e guerra. Quando parei de ler, tinha lido apenas os três primeiros livros, depois surgiu o 4º e agora o 5º e ainda não tive oportunidade de lhe dar seguimento. Penso que irei aproveitar para comprar os livros, talvez consiga que George mos autgrafe 
Parece que os Irlandeses (os únicos que foram consultados até ao momento) não concordam com o Tratado de Lisboa
É caso para dizer… Computer says no…
Actualização: Sr. Ministro Luís Amado, este tratado constitucional (não vamos discutir os vossos eufemismos) tem uma resolução simples: uma constituição é feita pelas pessoas, por pessoas, para as pessoas. Não pelas elites, por elites, para as elites.
Em mais um monumental erro de programação a SIC Radical deixou já há algum tempo de emitir esta fenomenal série canadiana, mas graças aos factos da vida, não deixei de continuar a acompanhá-la.
Acabei de devorar ver a 4ª temporada a um ritmo de 2/3 episódios por dia que, segundo consta, é o fim.
Será mesmo o fim?
Ou será que não? Os rumores (nenhuma referência de jeito excepto comentários no IMDB) são de que a ABC (empresa do grupo Disney) comprou qualquer coisa relacionada com a série, e os receios vão desde uma forte suavização (especialmente na crítica ao regime americano e na defesa à investigação com células embrionárias) ao “deita fora e começa de novo” que já deu cabo de várias outras séries.
Eu diria que “ser da Disney” não quer dizer tudo. O Pulp Fiction também é oriundo do grupo Disney.
Os actores
Sinceramente não fico nada descansado, até porque grande parte do valor da série são os excelentes actores que tem. Perdê-los será dramaticamente difícil de compensar:
- Peter Outerbridge, como o genial, indomável, linfomaníaco, drogado, alcoólico e com traços de leve esquizofrenia, micro-biólogo e director científico do NORBAC David Sandstrom
- Mayko Nguyen, como a bio-informática Mayko Tran
- Conrad Pla, como o geneticista homosexual Carlos Serrano
- Dmitry Chepovetsky, como o especial e génio bioquímico Bob Melnikov
- Maxim Roy, como a firme directora poliglota do NORBAC Caroline Morrison até morrer (a personagem) num atendado
- Sarah Strange, como a genial e frustrada virulogista Jill Langston
- Ellen Page, como a brilhantemente representada (infelizmente só na 1ª temporada) adolescente filha Lilith Sandstrom
- Greg Bryk, como o burocrata “back stage dealer” Weston Field
- Wendy Crewson, como a misteriosa virulogista Rachel Woods, com um passado intrigante na classe política americana
E uma data de outras personagens recorrentes ou temporárias que alimentaram uma das melhores séries de sempre.
Melhores (outras) características
- Uma profundamente deliciosa banda sonora de Tom Third, acompanha de selecções musicais de elevada qualidade
- Filmagem dinâmica com vários blocos acompanhando diferentes ângulos de forma simultânea ou levemente desfasada dando uma sensação de evolução da acção
- Novamente a filmagem dinâmica, mas fazendo rewind até um ponto recente para nos mostrar o que aconteceu em “paralelo”
- Retoques de especial realismo tais como:
- pesquisas no Google, sites de papers, nada de uma Internet maravilhosa que nunca ninguém viu antes como em quase todos os filmes que envolvem personagens informáticas
- écrãs de computadores que realmente parecem (embora não saiba o suficiente para o atestar não parecem fantasias na sua generalidade) realmente estar a mostrar dados que poderiam ser úteis a tal equipa
- cenários realistas de vida das pessoas (ir para o emprego de bicicleta, jantaradas de convívio em casa uns dos outros)
- e tantos outros pequenos pormenores que nos deliciaram
Uma coisa é certa: aconteça o que acontecer, para mim estas quatro temporadas ficaram-me para a memória. Mais surgissem 