Apesar de amplamente rejeitada no Parlamento Europeu, o senado francês aprovou por vasta maioria a lei das três infracções na Internet. Esta lei faz com que à terceira infracção uma pessoa seja excluída do acesso à Internet.
Nice Germans!
Lembra-se do Total Recall? Lembra-se dos scanners de raios X em que se viam os ossos de quem passava, e que uma arma ficaria bem visível a vermelho?
Aqueles eram ficção, de cinema… Agora imagine como são os reais?
Saliento a claramente excessiva visibilidade…
Ainda bem que os alemães rejeitaram sumariamente a proposta da Comissão Europeia de obrigar a utilização desta tecnologia!
Dealer internacional vem a PT angariar dealer nacional
Na lógica da analogia do software e formatos proprietários à droga, na qual os traficantes oferecem as primeiras doses (é de graça, é de graça, não faz mal nenhum), por forma a criar habituação, e depois há os efeitos secundários que levam ao vício (dependência química ou, neste caso, vendor lock-in), quando Steve Ballmer veio cá a Portugal negociar o Memorando de Entendimento v2, tratou logo de arranjar um traficante local com abrangência nacional e apoio estatal: a Caixa Geral de Depósitos.
«Este protocolo com a CGD vem dar corpo ao compromisso da Microsoft no desenvolvimento da economia local (…) queremos motivar os estudantes a apostar na investigação e projectos empresariais inovadores», refere Nuno Duarte, director geral da Microsoft Portugal
E como vão eles fazer isso? O artigo é claro, “oferecendo” o que qualquer um já consegue obter gratuitamente na Net sem acordos de bastidores:
«a Microsoft irá disponibilizar, gratuitamente, às instituições de Ensino Superior, clientes da CGD, a plataforma Windows Live@Edu, oferecendo assim aos estudantes universitários um conjunto de serviços gratuitos, nomeadamente 10 Gigabytes para a sua caixa de correio electrónico pessoal, suporte para mobilidade, blogs, espaço para trabalho colaborativo, contactos, calendário, fotos, entre outros. O pacote de serviços inclui, também, protecção anti-spam e anti-vírus»
Eu pergunto-me é se somos mesmo todos estúpidos ao ponto de acreditar que é com estas tretas que se aposta na investigação e projectos empresariais inovadores, ou se são só as camadas decisoras por detrás destas génio-deficitárias decisões que são estúpidos.
Ou se calhar não é estupidez, é algo pior. Parafraseando o presidente da Mandriva quando perderam um negócio depois de uma súbita viagem de Steve Ballmer, nós cá em Portugal temos uma palavra para isto, sabia Steve? Imagina qual é… vá lá… eu sei quem em Inglês também existe…
O site http://palin.appspot.com/ está recheado de citações anti-Sarah Palin. Enquanto fazia reload apanhei esta:
Aproveitei para sugerir que Sarah Palin also says «nucular» weapons (e é verdade, vi o debate Joe Biden vs Sarah Palin e fiquei estupefacto, será que existe mesmo um culto dos erros Bushianos?)
Sim, tenho publicado alguns artigos em Inglês, mas não é porque tenha decidido passar a fazê-lo… apenas porque a tag OpenMoko passou a fazer parte do planet.openmoko.org e eles agradecem que a malta escreva em idiomas que sejam mais amplamente compreendidos como o Inglês e o Francês (embora não proibam outros idiomas).
Estamos em época de recomeçarem várias séries televisivas. Como de costume, primeiro que cá passem… bem eu não devo ficar à espera que passem.
As esperadas…
- 8 de Setembro: Terminator: The Sarah Connor Chronicles, 2ª temporada. Custou a pegar, mas pegou. Se tem Summer Glau, não pode ser mau, quanto mais não seja tem a Glau
[Update: Ooo... Um(a) T-1000...] - 16 de Setembro: House MD, 5ª temporada. Humor mórbido q.b., e uma personalidade de encher a vista actuada pelo grande Hugh Laurie. [Update: «We're not friends any more, House. I guess we never really were...»]
- 22 de Setembro: Heroes Volume 3: Villains, 3ª temporada. Depois de uma desastrosa 2ª temporada, onde notoriamente os argumentistas fizeram falta para manter a congruência, espero que a 3ª volte à qualidade da 1ª temporada.
- 28 de Setembro: Dexter, 3ª temporada desta deliciosa série centrada à volta de um CSI especializado no sangue em cenas de crime que é um serial-killer em part-time. Mas só mata quem… erms… merece… mas parece que se vai enganar nesta temporada…
- 29 de Setembro: Life, 2ª temporada. O multi-milionário detective continua a desvendar a trama que o levou à prisão.
- Natal de 2008: Doctor Who, Especial do Natal de 2008
- Inícios de 2009: Torchwood, 3ª temporada. Apenas com 5 episódios, regressa o Capitão Jack Harkness, saído para este Spin-off de Doctor Who e primeiro (que eu saiba) bisexual apresentado como “herói da fita, role-model, etc…”
- Inícios de 2009: o FIM de Battlestar Galactica (esta nova versão é muito melhor que a antiga)
- Durante 2009: Doctor Who, 4 episódios especiais
- Em 2010: Regresso de uma série completa de Doctor Who.
As curiosidades…
- 9 de Setembro: Fringe, 1ª temporada. Estilo X-Files antigo, por JJ Abrahams. [Update: promete, pelo menos o início está muito bom]
- 24 de Setembro: Knight Rider. Depois de um episódio piloto fraquinho, será que a série melhora ou será algo para esquecer? Não é que esteja à espera de algo muito bom, mas pelo menos que entretenha…
- Irá Jericho voltar?
As “céus que nunca mais acabam…”
- Stargate Atlantis, 5ª temporada, a falta de imaginação é atroz, já vi séries acabarem a meio com muito mais imaginação. Episódios de encher chouriço desde meados da 2ª temporada. Guilty pleasure… já começou e quero ver como acaba (sim, há luz no fim do túnel, é a última temporada, seguida de um filme).
- 18 de Setembro: Supernatural, 4ª temporada. De vez em quando tem episódios que compensam todos os outros. Outro guilty pleasure…
As boas memórias:
- Babylon 5, vi tudo (filmes e Crusade), de forma intensiva, do início ao fim e segunda uma sequência de visionamento que considero acertada. Claramente houve alguma divergência entre quem mete o dinheiro e J. Michael Starczinsky, a guerra Shadow-Vorlon foi terminada à pressa, e a partir daí a qualidade caiu significativamente. Seja como for, ao ver o último episódio junto-me aos que lamentam o fim da série.
- The 4400, 4 temporadas. Aproximação mais realista à temática de seres humanos com poderes. Infelizmente lá para o fim começaram a ter uma crise que descrevo como “The Highlander Effect”: tentaram arranjar uma explicação para a história e estragaram tudo. Aproveitaram a greve dos argumentistas do ano passado para suspender, sine-die, a série.
Pronto, finalmente acabei por escrever algo sobre o Google Chrome. Dizem para aí que em 2 dias ganhou uma quota de browsers de Internet entre os 2% e os 3%.
A minha primeira sensação foi que haveria muito exagero, mas de repente surgiu-me à cabeça uma possibilidade. Lembram-se dos testes automáticos que eles descrevem na página 10?
«If each build is tested against a million sites, which million do we use?» — Erik Kay, Google Software Engineer
O cabeçalho User-Agent: é o que permite aos web-sites registarem os tipos de browsers que surgem. O que é que acham que estes testes automáticos com sites reais acabam por fazer?



