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Problema com rendering das páginas individuais de artigos

Um alerta à navegação, pelos vistos surgiu uma pequena distorção nas páginas individuais de artigos publicados neste blog, se conseguir resolver rapidamente fá-lo-ei, mas entretanto não estranhem o aspecto.

Actualização: novo wordpress, novo theme, e parece que o problema de rendering foi-se. Óptimo!

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CÚ do Cidadão

Hoje fui “tirar” o CÚ do Cidadão (Cartão Único, seus depravados).

É depressivamente tecnologicamente retrógrado. Só se aproveita o certificado.

  • Digitalizam (com péssima qualidade) a assinatura (o que por um lado até é bom).
  • A câmara fotográfica que auto-detecta a nossa altura, não permite estimar a margem de erro do calçado (tem de ser corrigido à posteriori).
  • As fotos têm uma qualidade perto do péssima, dizer má seria dizer bem daquilo.

Sobram uns conselhos:

  • Levem todos os vossos cartões do estado porque senão o tempo perdido nas filas pode ser para nada
  • Para evitar as filas, telefonem para fazer uma marcação (resulta bastante bem, chegamos pontualmente e fomos atendidos pontualmente.) Salientei *PONTUALMENTE* suficientemente bem? Foi a principal surpresa… pela primeira vez numa intervenção com o Estado não só não esperei como saí mais cedo do que o esperado.
  • Não dêem dados demais (ex: telefone, email, etc…). A morada física já é muito e q.b.
  • Vão arranjadinhos a menos que queiram acabar como eu, a parecer um foragido de Guantanamo.

Porque quero ser um Cidadão com CÚ? Bem, tenho que… tendo alterado o meu Estado Civil neste ano, sou obrigado a renovar alguma da minha documentação… hoje em dia isso implica tirar o CÚ do Cidadão.

PS: um amigo escreveu:  «Em cartões e outras identificações perante o Estado, retrógrado é bom. Obsoleto melhor ainda.». Acho que concordo :)

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Ó VD, podias ser mais honesto, não?

Avisaste que ias pegar comigo no Codebits a respeito de um artigo que escrevi sobre as sessões que me pareciam ser sobre Software Livre ou a sua filosofia.

«Xen how-to for freetards saying that AWS is not opensource (PT RMS)», por VD

Não tenho problema em ser gozado por erros que faça, mas prefiro ser gozado com estilo em vez de meros insultos e desonestidade intelectual.

Não te ocorreu esclarecer-me? Eu não conhecia os detalhes da AWS, e conhecendo o seu historial com patentes de software não estava nada à espera de algo positivo.

Para um exemplo efectivo de um erro semelhante, ou até mais sério uma vez que era código que tinham escrito em vez de meros terceiros utilizarem Software Livre, pessoas corrigiram-me comentando no blog e as suas sessões foram incluídas.

Para devolver o insulto, only retards say freetards. :)

(edit: por engano publiquei no outro blog, algo que faz sentido neste, e no outro não)

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Precisa de passaporte? É urgente? Está tudo fechado? Vá ao SEF!

Ok, foi lerdice nossa admitidamente pois sempre viajamos dentro da Europa, mas hoje por volta do meio dia dizem-nos que necessitamos de passaporte para uma viagem. É o pânico total! Uma maquia razoável em vias de ir para o lixo.

  • Mal recebemos a notícia, tentamos descobrir como nos resolver, e dizem-nos que o melhor é ir ao Governo Civil. Sábado, estão a ver? Correria louca até à Loja do Cidadão mais próxima. Não há hipótese, só recebem os pedidos e depois encaminham para o Governo Civil, na melhor das hipóteses às 16h de Segunda é entregue. Está o leite a entornar…
  • Correria para o Governo Civil, chegamos lá já às 13, porta fechada claro. Leite todo entornado no chão.
  • Entretanto a burra da agência (o muito prestável que foi não compensou a burrice infelizmente) agenda-nos um avião que parte às 11 de Lisboa para ligar com o nosso em Madrid. Alguma esperança… o Governo Civil abre às 9…
  • Vamos à TAP para confirmar/pagar a nova reserva. Não pode ser, temos de pagar à agência e eles não nos dizem mais nada. De qualquer das formas, o check-in fecha uma hora antes do voo (10h portanto), e o avião chega apenas 2h antes do voo em Madrid, logo a probabilidade é de falhar o voo em Lisboa, e caso fosse apanhado de falhar em Madrid. Leite novamente entornado.
  • Telefonamos a amigos que nos mencionaram que no SEF seria possível. Volta a haver esperança.
  • Falamos com seguranças: não, apenas para levantar passaportes. Para emitir novos, só no serviço central do SEF que está fechado e reabre Segunda-feira. Leite novamente entornado.
  • Mas não desisti, começo a alegar querer levantar um passaporte já emitido e os seguranças lá me explicam que há um telefone com uma iluminação verde à sua volta, onde podemos ligar para o SEF (a extensão está escrita num painel por cima do telefone).
  • falamos com o SEF: é tirado no momento, precisa de duas fotografias, e custa 120.10€ por pessoa.
  • Combinamos um ponto de encontro, esperamos, esperamos vão 10 minutos, nada. Tentamos falar outra vez: «Ainda não foi aí ninguém? Então já aí vai.»
  • Esperamos, esperamos, no total já vão 3/4 de hora à espera numa secção do aeroporto onde não há nenhum local excepto o chão para uma pessoa se sentar até que volto a telefonar, e desta vez chega um agente do SEF para nos buscar.
  • Seguimos pelo aeroporto adentro, até que ouvimos alguém a chamar, como o agente ignorou e continuou, nós também o fizemos, até que fomos interpolados por um segurança da Prossegur que exigia que fossemos revistados.
  • O agente do SEF nem me deixou justificar-me dizendo que ali quem fala é ele, e tentou explicar firmemente ao segurança que aquela área do aeroporto é do SEF, e é ele que nos está a acompanhar, que não temos nada que passar na área de controle da Prossegur.
  • Mas o segurança não saia da dele, embora se tenha visto limitado a nos acompanhar até ao posto do SEF enquanto trocavam mimos.
  • Depois o agente esclareceu-nos: onde é que isto iria parar se ele deixasse que um segurança (que é um civil) achar-se com mais autoridade que a polícia, especialmente dentro da sua (SEF) própria jurisdição.

Em suma: um inferno de stress das 12 às 22:30, que teve um final feliz. 1h e 240.20€ por um par de documentos válidos por seis meses, mas era deitar fora isso ou 5 vezes mais sem qualquer proveito.

Moral da história:

  1. não recomendo como a forma de obter um passaporte
  2. mas numa emergência e estando tudo o mais fechado…
  3. peguem em «120.10€ + 2 fotografias + bilhete de identidade» por pessoa e dirijam-se aos telefones verdes no aeroporto de Lisboa para chamarem por alguém do SEF para a emissão de passaportes urgentes.

Os meus muito agradecidos parabéns aos agentes do SEF. Foram extremamente simpáticos, muito prestáveis, e salvaram-nos as férias.

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Artigos em Inglês???

Sim, tenho publicado alguns artigos em Inglês, mas não é porque tenha decidido passar a fazê-lo… apenas porque a tag OpenMoko passou a fazer parte do planet.openmoko.org e eles agradecem que a malta escreva em idiomas que sejam mais amplamente compreendidos como o Inglês e o Francês (embora não proibam outros idiomas).

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Poison

I’m a Portuguese blogger who usually writes in Portuguese. However, I’ve come to feel the need to vent out some latent poison, and this need is international :) . I really try to contain it, but sometimes I don’t vent out soon enough and then it happens in places where more restraint would prove to have been better.

As such, I’m dedicating a Category on this blog, where I will vent out my worst angers, and I do fore warn you, dear reader:

  • it may taste like the sour poison it is,
  • it may make a tourette syndrome victim blush,
  • it may even perchance make you hate me…

…but that is your prerogative. This is my space, not yours. You can turn away, you can even ignore this Category on your blog subscription, just add “&cat=-36” from the feed URL, or click here to update your subscription (note: apparently it isn’t working, so I’m using the advanced category excluder extension to prevent it from going into the feed reader unexpectedly).

Don’t take the contents personally. If you do, please analyze why you did so. Did you lack restraint yourself when referring to me? Would it not have been saner if you hadn’t, and had instead chosen another path?

Anyway, be warned. Read at your own discretion. I promise to have a softer approach in the first paragraph just before the “More” meta-tag, maybe that’ll give time to skip to the next item on your feed reader.

I need this venting out.

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Expulso da via pública por não fazer mal nenhum!

Pois é, hoje estava eu muito calmamente e à sombra à espera de um colega que vinha no seu automóvel, de onde seguiríamos para o meu local de trabalho.

Estava eu, no meu entender em pleno direito, a 2 metros da passadeira, parado, de mãos nos bolsos, à sombra, lamentando não haver um banco porque ele estava atrasado quando eis que de repente vejo aproximar-se um Agente da Polícia de Segurança Pública, de metrelhadora ao peito, que me chama à atenção.

O diálogo abaixo é uma aproximação da realidade, não acho que valha a pena estar a tentar lembrar-me de todas as palavras exactas, nem toda a simpatia demonstrada pelo Sr. Agente, do qual não tenho queixa. Importa é o sumo da conversa:

– Não pode estar aí, diz ele.
– Porquê, que mal é que eu fiz?
– Não fez mal nenhum, apenas não pode estar aí parado, porque as câmaras (da Embaixada dos EUA, por cima do muro alto que estava atrás de mim) de filmar vêem-no aí, e depois da embaixada chamam-nos à atenção.
– Mas eu estou parado à sombra, ordeiramente, na via pública e à espera de um colega que me vem buscar, porque é que eu tenho de sair dali?
– São as ordens que temos.

Isto é fascismo. Lá tive eu de me deslocar até ao Agente da PSP que estava na guarita 150m a Sul, e perguntar se na frente dele podia ficar à espera.

– Não, aqui não pode. Mas se for para alí depois do sinal na esquina com a piscina já pode.


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Pedi a identificação do 1º Agente, bem como me identifiquei perante ele, e pretendo apurar responsabilidades.

Não se admite tamanho fascismo. Expulsar um cidadão de pleno direito da Via Pública é inadmissível!

Simpatia, sim, mas com a presença intimidadora de uma metrelhadora!

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Férias no Gerês

Passei quase uma semana de férias no Gerês, na Quinta do Negral, na Casa do Penedo (o telhado maior, ao centro):

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Apesar de mau tempo no dia de lá chegar, sempre houve Sol qb. Deu para visitar as cascatas da Portela do Homem, mergulhar e chapinhar na piscina (apesar de lá ter morto por afogamento o meu telemóvel, após cerca de 20 minutos sem botija de ar) da quinta.

É muito agradável, poder tomar o pequeno almoço (que nos deixam dentro de um cesto de verga à entrada da casa todas as manhãs) enquanto se aprecia esta vista:
Vista a partir do alpendre da Casa do Penedo

Entre as várias fotos que tirei, destaco ainda as seguintes por achar terem corrido mesmo bem…

Leia o resto do post »

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Espera-me o 6º Nível do Inferno, junto dos herécticos!

Fiz um daqueles testes on-line para se saber como se qualifica perante uma determinada situação (panorama político, personagem de BD, etc…), desta vez um teste inspirado no Inferno descrito na Divina Comédia de Dante, inspirado por um artigo do Pedro Timóteo.

Com uma pontuação altíssima, espera-me o 6º nível:

A doce luz já não atinge os seus olhos. A sua sombra foi banida para… o Sexto Nível do Inferno – a Cidade de Dis

The Dante’s Inferno Test has banished you to the Sixth Level of Hell – The City of Dis!
Here is how you matched up against all the levels:

Level Score
Purgatory (Repenting Believers) Very Low
Level 1 – Limbo (Virtuous Non-Believers) Moderate
Level 2 (Lustful) Very High
Level 3 (Gluttonous) High
Level 4 (Prodigal and Avaricious) Low
Level 5 (Wrathful and Gloomy) High
Level 6 – The City of Dis (Heretics) Very High
Level 7 (Violent) High
Level 8- the Malebolge (Fraudulent, Malicious, Panderers) Moderate
Level 9 – Cocytus (Treacherous) High

Take the Dante’s Divine Comedy Inferno Test

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Votar SIM: menos mortes

Ignoremos o facto de que só se é feto a partir da décima semana, e falemos de números: nos EUA, onde é possível abortar de uma forma tão simples como “Quer? Sim ou não?” até às 24 semanas. Os resultados são visíveis: há virtualmente ZERO mortes nas mulheres que optam pela Interrupção Voluntária da Gravidez.

Um NÃO neste referendo significa manter a situação actual, onde:

  1. quem quer (desespera?) acaba por fazer,
  2. quem pode faz lá fora com meios, e
  3. quem não pode faz sem meios onde correm um risco bastante significativo de morrerem os dois.

Portanto se o argumento do NÃO é proteger a vida humana, então deviam rever a vossa lógica, pois antes morrer 1 que morrerem 2.

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